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Déficit hídrico na Grande Florianópolis chega a 8% após chuva

Casan faz monitoramento automatizado da distribuição para equilibrar abastecimento.

Depois da chuva do último domingo (18), a crise de abastecimento na Grande Florianópolis se amenizou, de acordo com a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan). Ainda assim, nesta terça-feira (20), o déficit hídrico é de 8% na região, que representa cerca de 300 litros por segundo a menos que o habitual. De forma automatizada, a Companhia monitora 223 pontos na região, para acompanhar as condições de pressão, vazão, distribuição e operacionalizar o abastecimento.

Monitoramento

Na semana passada, no auge da estiagem, o déficit hídrico na Grande Florianópolis foi de 450 litros por segundo a menos que o normal. Em entrevista coletiva na manhã desta terça-feira, a Casan informou que o Rio Pilões é o mais impactado pela estiagem na Grande Florianópolis, mas a situação é contornada porque o Rio Cubatão não foi afetado.

— A chuva do fim de semana deu uma sobrevida no sistema, mas isso aí é uma coisa passageira. Hoje, a gente conseguiu até recuperar bem o sistema, mas a gente está com uma baixa ainda na vazão de Pilões em torno de 15%. No geral, somando Pilões e Cubatão, a gente está ainda em torno de 8% a menos no volume de produção – explicou o superintendente da Casan na Grande Florianópolis Joel Horstmann.

Manutenção

Segundo a Casan, depois da última chuva, a falta de água por mais de 24 horas, em geral, decorre de problemas pontuais, como equipamentos quebrados ou obstruções que exigem manutenção.

— Hoje (terça-feira), a gente não tem intermitência no sistema, pode ser uma situação pontual, um equipamento que quebrou, um conjunto de bombas com obstrução na rede, pode ter rompimento de rede. Então, hoje, a gente está procurando direcionar equipes para esses problemas localizados para corrigir o mais rápido possível – detalhou.

Reservatórios

Atualmente, a Grande Florianópolis dispõe de 42 reservatórios, que representam 70 mil metros quadrados de água. Eles armazenam a água durante a noite, mas com o aumento do consumo ao longo do dia o nível de água cai.

— Temos para a região metropolitana em torno de 70 mil metros cúbicos, que é um número considerável. A gente ampliou este ano um (reservatório) em São José, mil metros cúbicos. Estamos agora para inaugurar um no Monte Cristo, que vai atender uma parte continental de Florianópolis e uma parte de São José, os bairros Campinas e Kobrasol, de mais 8 mil metros cúbicos. Vai ter outro no ano que vem, na Forquilhinha de 5 mil metros cúbicos – explicou.

Fonte: ncstotal.com.br

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