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Velho conhecido de todos, o problema do enorme desperdício de água nos chuveiros alimentados por aquecedor de passagem e boiler.

Em plena era moderna é muito comum ainda encontrarmos em todas as regiões do Brasil e no mundo afora, em edificações principalmente nas residenciais de todos os tipos, verticais e horizontais, até mesmo em obras novas e ditas como tecnológicas, este velho, antigo e conhecido problema do enorme desperdício de água potável nos chuveiros abastecidos por aparelhos de aquecimento de água chamados de aquecedores de passagem e boiler, e é exatamente aí que reside o problema, pois até mesmos os fabricantes deste equipamentos nunca conseguiram ou se interessaram em achar uma solução técnica e de simples e fácil execução para as instalações hidráulicas de infra estrutura, que resolva este problema em definitivo. A grande maioria destes equipamentos aquecedores de passagem e boiler são muito semelhante em seu princípio de funcionamento para aquecer a água, onde de uma foma fácil para o entendimento, a mesma é conduzida sempre por gravidade desde o reservatório superior (caixa d”água), passa fluindo internamente pela serpentina e a chama do maçarico envolve a mesma aquecendo rapidamente a água e a levando posteriormente ao ponto de consumo. Acontece que normalmente em qualquer edificação, o respectivo aquecedor estará sempre instalado na área menos favorável possível, na área de serviço e por razoes óbvias, em um apartamento qualquer como por exemplo de 3 dormitórios, sendo um deles uma suite, a suite do referido apartamento é a peça mais distante desde o aquecedor, em metros lineares de todos os demais ambientes e a tubulação hidráulica da infra estrutura correndo pelo teto abaixo da sanca em gesso (lembrando que não é regra), logo quando o usuário abre o registro do chuveiro para tomar o seu banho ele precisa aguardar determinado tempo (que em alguns apartamentos podem chegar até a 5 minutos de espera, ou mais), que vai depender empiricamente e exclusivamente de três fatores: O primeiro fator é forma ou o tipo de instalação empregado nas instalações (infra estrutura) das tubulações de AQ (água quente) e AF (água fria), (aqui cabe uma outra explicação técnica mais detalhada e de fácil entendimento, que veremos oportunamente). O segundo fator está diretamente relacionado as conexões, principalmente as de 90 graus, empregadas nas instalações de mesma infra estrutura, com uma maior ou maior perda de carga, e o terceiro e último fator e seguramente o mais relevante de todos que é o percurso total ou a distancia em metros lineares de toda esta tubulação desde o aquecedor de passagem até o chuveiro. De uma forma geral é a soma ou contribuição destes três fatores que determinará o tempo de chegada da água quente no chuveiro após o usuário abrir o registro do mesmo. Conhecida as causas podemos entender que se somarmos a isso tudo ainda temos a vazão do chuveiro instalado que pode ser de 14 a 60 litros por minuto, logo será de fácil compreensão o porque tanto milhões de litros de água limpa e tratada são jogados literalmente fora, pelo ralo do esgoto das residencias, pagando pela água e também pelo esgoto tratado. Em resumo, sistemas hidráulicos que contemplem estas situações descritas são inaceitáveis devido ao seu conhecido e comprovado desperdício, vale lembrar…água esta, tratada quimicamente e cada dia mais cara para todos sem distinção de classe social, ações ou projetos que continuam empregando este sistema precisam ser banidos das construções não só no Brasil mas em todo o mundo, a preservação da água é uma condicionante a preservação da própria vida em geral e para a sobrevivência da humanidade.

Projeto Rafael Pacheco – Instalações Hidráulicas Residência UniFamiliar

Planta baixa pavimento térreo (hidráulico e sanitário)

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Planta baixa pavimento superior (hidráulico e sanitário)

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Detalhes – Instalações hidráulicas (água fria e água quente)

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